sábado, 27 de setembro de 2014

Amizade antiga

Francisco Kalil Medauar, Alfredo Soub e Nazal Soub. Fotografia de 20 de novembro de 1968, nos 80 anos de meu avô Nazal. "Brimos" e amigos de toda uma vida.
Hoje, 27/09, seria aniversário de Francisco.

Dedico a Carlota, Jorge, Lourdinha, Gracinha, Paulo, Lão, Nengo, Ito, Ita, Lu, Vera, Maria Consuelo, Maria Leonor, Emilia, Juninho, Maribel, Carlota, Aloísio e todos dessa família.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

O velha ponte do Almada


Senhoras e senhoras,
Para aqueles que não conheceram e para os que conheceram o não lembram, apresento-lhes a antiga ponte de madeira sobre o rio Almada, destruída na enchente de 1970. Ficava no local onde hoje está a passarela do São Miguel.
Essa fotografia, juntamente com muitas outras, em grande formato, foi encontrada no lixo da cidade, por funcionários de Roberto Teles Oliveira, que me encarregou de guardá-las devidamente.
O irresponsável que jogou essa riqueza fora merecia uma surra de "umbigo de boi".
No acervo desprezado tem fotografias com locais que podem ser identificados, outras não e algumas tem a identificação. Só dá para escanear inteiras num scanner formato A3.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

O Farol de Ilhéus

Na semana passada fui procurado por alguns amigos para fornecer informações sobre o velho farol do Morro de Pernambuco, para trabalho escolar de seus filhos que estudam no Colégio Vitória.
Confesso que nunca havia pesquisado nada sobre o farol. A começar pelo nome oficial, que é Farol de Ilhéus. Vasculhando Silva Campos, em sua Crônica, encontrei a informação de que o projeto teve início em 1886 e que foi inaugurado em 14 de agosto de 1916. Portanto, o farol completa hoje 98 anos.
Sempre esquecido, merece que seja preparado um estudo ou documentário para que seja apresentado ou publicado na comemoração do centenário.

sábado, 2 de agosto de 2014

O BÊBADO NO VELÓRIO

Ontem fomos ao velório de uma senhora que faleceu aos 83 anos, moradora de um sítio no Nossa Senhora da Vitória, antes mesmo da formação daquele bairro. Muito conhecida e querida, a casa estava completamente lotada quando chegamos. No recinto onde o corpo estava sendo velado ocorria um culto, com a participação de dois pastores evangélicos.
Não conseguindo adentrar ao recinto, fomos gentilmente agraciados com duas cadeiras e nos sentamos na frente da casa, ouvindo a pregação e os cânticos. Desde quando chegamos, percebi a presença de um senhor, que chorava muito, cuja fisionomia demonstrava um alto teor de álcool na corrente sanguínea.
Durante a cerimônia religiosa, o bêbado forçou a passagem e entrou na sala, “cantando” e “gesticulando” na tentativa de acompanhar os que efetivamente participavam do culto.
Em determinado momento, o pastor perguntou: “Quem aqui quer aceitar Jesus?”. Creio que não preciso dizer o óbvio. O bêbado de imediato gritou: “Eu!”. O pastor então disse: “Responda o que perguntar”. O sujeito respostou: “Responda o que perguntar”. O pastor: “como é seu nome?”. O bêbado: “como é seu nome?”. Daí em diante o pastor desistiu de convencer e converter o sujeito, voltando a atenção às orações pela alma da finada.
Quando o féretro saiu, com muitas lamentações e choro, tomamos o rumo do cemitério São João Batista, no Nelson Costa, decididos a esperar o cortejo na porta do campo santo, ao lado do portão principal.
Minutos depois, o carro funerário se aproxima e faz a curva em direção ao mercado da zona sul, parando em frente ao portão lateral. Rapidamente nos dirigimos para alcançar em tempo o cortejo. Para nossa surpresa, o jazigo da família estava localizado a três metros do portão. Ficamos aguardando na entrada a chegada do caixão, conduzido por quatro homens, quando percebi que o bêbado estava segurando a alça da frente. Ao transpor o portão, o coveiro indicou o caminho e disse: “a sepultura é aqui, podem assentar o caixão”. Quando percebeu que o caminho a ser percorrido era curto, o bêbado clamou: “Tão perto! Vamos dar uma volta lá por cima!”.
Não deu tempo de sair para gargalhar. Ri na frente da finada e seus familiares.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

25ª Zona Eleitoral

Mapa dos locais de votação e tabela com os dados populacionais, número de seções e eleitores por bairro que integram a 25ª Zona Eleitoral.
Tapera e Vila Nazaré são os únicos bairros que integram a zona eleitoral e que não possuem local de votação em sua área.
O bairro da Conquista, o mais populoso de Ilhéus, também é o que tem o maior número de seções e eleitores. Algumas distorções entre os dados populacionais e eleitorais serão corrigidos a partir do recadastramento que será feito para identificação biométrica do eleitor, certamente, a partir do ano vindouro.
Tome-se por exemplo o Teotônio Vilela, onde os moradores mais antigos e os mais velhos votam nas seções localizadas na avenida Princesa Isabel.
Também o Malhado, que tem mais eleitores do que população residente, recebe os eleitores da Tapera e parte dos eleitores do Basílio.
Não foram considerados os eleitores com título cancelado, bem como não pode ser aferido os que já faleceram e continuam com o título ativo.


domingo, 13 de julho de 2014

Para Carlos Medauar

Essa foto, registrada hoje 13 de julho, é dedicada ao meu amigo Carlos Alberto Medauar Reis, que hoje aniversaria. Bairro da Cidade Nova, onde ele mora, Boa Vista, Malhado e Zona Norte.

sábado, 28 de junho de 2014

480 Anos de Fundação - 133 Anos de Cidadania

Dedico esse álbum à memória de um grande ilheense, nascido no distrito de Água Preta, que carinhosamente só chamava Ilhéus de 'a mui formosa capitania': Armando Costa Oliveira.
Ilhéus completa hoje 480 anos de fundação, através de ato do rei português D. João III, assinado na cidade de Évora e 133 anos de elevação à categoria de cidade através de lei assinada pelo presidente da província da Bahia. João Lustosa da Cunha Paranaguá, sancionando o projeto de lei proposto por Monsenhor Teodolindo Ferreira.
Começo esse álbum (onde acrescentarei mais fotos e algumas informações), mostrando o desdobramento do território ilheense, a partir de 1827, tendo como fonte um trabalho da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), publicado em 2003, mapa da capitania, de 1631, do cartógrafo português João Teixeira Albernaz, que descreveu Ilhéus dizendo: "Se o Brasil é um ovo, Ilhéus é a gema"; e a atual lei que delimita nosso município, em vigor desde janeiro de 2013.