Carecemos de pensar no futuro. Não me considero ecochato, porém, ando preocupado pela ação gananciosa dos homens de apenas realizar, sem pensar nas consequências. Me preocupo porque talvez eu não veja a plenitude da escassez dos nossos recursos minerais. Me preocupo pelos meus netos. Um que já tenho e outro que está para chegar. Me preocupo pelas gerações futuras.
Deus nos concedeu uma natureza maravilhosa, uma terra pródiga desses recursos. Temos água em abundância. Temos pedra em abundância. Temos areia em abundância. Do jeito desordenado que vamos explorando esses recursos, qual acabará primeiro?
Há de se pensar, os governos (as três esferas) e o nosso povo, numa maneira de usar nossos recursos minerais com responsabilidade, planejamento e seriedade. Nossa água, dividimos com Itabuna. Nossa areia serve a muitos municípios vizinhos e irmãos. Nossa pedra ajudou a construir muitas edificações e sobretudo o nosso porto, fonte de riqueza de muitas décadas.
Confira nas fotos abaixo as feridas abertas em nossas terras. São como chagas incuráveis de um ambiente do qual somos integrantes. Se nosso planeta está doente, nós também estamos.
Ainda há tempo. Senão de curar essas feridas, haverá de maltratarmos menos a nós mesmos e aos nossos que virão.
Aumentou em mim a consciência de que também sou responsável. Principalmente quando permaneço omisso e calado.
Cavas de exploração de areia.