
Nas fotos abaixo, o loteamento que antigamente era uma pequena aldeia de pescadores, conhecida como Pé-de-Serra.
Ao largo da costa, próximo ao porto de Ilhéus, o navio que causou preocupação a Luck Rey. O que ele está fazendo aí é mistério.
Uma homenagem ao cafuzo Antônio Fernandes, defensor da vila dos Ilhéus contra os invasores franceses.

Nas fotos abaixo, o loteamento que antigamente era uma pequena aldeia de pescadores, conhecida como Pé-de-Serra.








Para quem gosta de palpite, ai vai um. Aos mais curiosos, informamos: o caminhão é da cidade de Ubaitaba.




Primeira praia, com seus bares, pousadas e belas casas de veraneio.
Visão do forte de São Paulo, de cima para baixo.
Águas limpas e cristalinas atraem principalmente turistas estrangeiros.
Terceira e quarta praiz, com casas mais luxuosas. À direita, a pequena pista de pouso.
Abaixo um camarada desocupado, passeando de lancha entre os corais, ao meio-dia de uma terça-feira. Pode?
O choque da primeira visão panorâmica. Lembrei de Caetano cantando:
Mais adiante lembrei Caymmi: "O mar, quando quebra na praia, é bonito, é bonito..."
Fiquei extasiado com o Porto da Barra visto ao alto!
A primeira grande emoção, quando o piloto anunciou: "aqui à direita fica a Ponta do Garcês". Gelei. Emocionado disse: 'Aqui começava a Capitania dos Ilhéus. Era o limite norte, na divisa com a Capitania da Bahia". Lembrei da professora Adélia Melo, dos seus livros, feitos com carinho para servir ao alunos. Todos os ilheenses merecem conhecer nossos antigos limites.
Saindo da Ponta do Garcês o piloto anunciou: "Vou cortar caminho pelo mar, até Morro de São Paulo. É a chamada rota do Tubarão Feliz". Risada geral. Mancha (da RX30) gritou logo: "Eu tenho medo de peixe. Prefiro o mangue ou areia".
Chegamos ao heliponto do Aeroporto Jorge Amado (14 h). Alívio para as pernas, praticamente imóveis desde a saída da Capital.
Amanhã tem mais!